Controle de ponto para prefeituras: 9 critérios de escolha
Um roteiro prático para avaliar aderência estatutária, auditoria, equipamentos e integração com a folha municipal.
Comece pelo regime jurídico, não pelo relógio
O software precisa representar regras estatutárias e celetistas com vigência, memória de cálculo e base normativa. Um cálculo rápido, mas impossível de explicar, apenas transfere o retrabalho para o fechamento e para o controle interno.
Verifique se tolerâncias, adicional noturno, escalas, banco de horas e justificativas podem variar por vínculo e por período sem alterar competências já encerradas.
Exija trilha completa e marcação original imutável
A marcação original deve permanecer íntegra. Correções precisam acontecer em uma camada separada, com autor, instante e justificativa. Isso preserva a prova e torna cada decisão reconstituível.
Peça uma demonstração da trilha: login, abertura de tela, visualização de registro, inclusão, alteração, fechamento e exportação devem formar uma jornada auditável.
Avalie implantação, portabilidade e parque instalado
O município raramente começa do zero. Relógios de marcas diferentes, redes restritas, vínculos acumulados e layouts de folha específicos precisam entrar no plano de implantação.
A proposta deve explicar coleta sem porta de entrada na rede, reconciliação de AFD, importação histórica, exportação dos dados e continuidade ao final do contrato.